sábado, 17 de dezembro de 2011

AJUDARAPIDA

Estava lendo um livro de Rubem Alves, e uma experiência que ele contava despertou-me para tomar esta iniciativa. Acredito mesmo nestas iniciativas; elas podem mudar muitas situações.

Então, este Grupo está aberto, inicialmente pensei nos membros da ICEJ (Igreja Cristã Evangélica do Jabaquara) que já estão participando do AJUDARAPIDA por SMS, porém só ampliaremos a Rede de Ajuda Rápida se outros participarem por amor. Pois bem, somente entre se você puder fazer a diferença ajudando alguém, e também se desejar ser ajudado.

Funciona assim:

Quando você estiver precisando de ajuda, qualquer ajuda, iniciará dizendo PRECISO DE AJUDA EM . . . e descreverá sua necessidade. Você já poderá contar com nossas orações, e esperaremos que alguém possa ajudá-lo. Mas, se você puder ajudar, em qualquer coisa, mesmo sem alguém pedir, então você começará assim: POSSO AJUDAR EM . . . e descreverá sua oferta de ajuda.

Cremos no poder da oração e cremos nas iniciativas de pessoas que amam e podem ajudar! VAMOS FAZER CRESCER ESTA IDEIA!

Participe. Entre no Grupo e convide seus amigos! AJUDARAPIDA, muito legal!

O Grupo chama-se AJUDARAPIDA, e está no meu Facebook Geraldo Santos.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Lei da Palmada: Bem ou Mal?

Abaixo, está um texto que descobri na Net. Não concordo com tudo, mas achei interessante destacá-lo na íntegra. Está devidamente assinado. Acredito que nos fará refletir sobre o aspecto da Lei. Boa leitura.


Lei da Palmada trará prejuízos irreparáveis à família e à sociedade

O famigerado Projeto de Lei 2654/03 está prestes a se converter em lei. Entre todas as iniciativas autoritárias e perniciosas dos “politicamente corretos”, esta talvez seja a de alcance mais profundo e trágico para a sociedade, por instituir o terror psicológico da intervenção estatal no seio da família a todo instante. Como uma espada de Dâmocles, o “tratamento” psiquiátrico forçado, o encaminhamento a programas de “orientação” e aperda do pátrio poder (agora chamado de “poder familiar”) aguardam os pais e mães que não quiserem ou não conseguirem educar seus filhos segundo a doutrina inconseqüente imposta pelo Estado.

Entenda o alcance e a gravidade da Lei da Palmada

Tem muita gente por aí dizendo que a punição máxima para quem der uma palmadinha é a prestação de serviços comunitários e a freqüência a sessões de aconselhamento. Isso é mentira.

A Lei da Palmada permite ao Estado cassar o “poder familiar” (pátrio poder) dos pais e mães que derem uma simples palmadinha nos filhos.

Se você acha que estou exagerando, leia com atenção as alterações propostas pela Lei da Palmada no Estatuto da Criança e do Adolescente e no Novo Código Civil e analise as conseqüências destas alterações.

Alterações no Estatuto da Criança e do Adolescente

Art. 1o – São acrescentados à Lei 8069, de 13/07/1990, os seguintes artigos:

Art. 18A – A criança e o adolescente têm direito a não serem submetidos a qualquer forma de punição corporal, mediante a adoção de castigos moderados ou imoderados, sob a alegação de quaisquer propósitos, no lar, na escola, em instituição de atendimento público ou privado ou em locais públicos.

Parágrafo único – Para efeito deste artigo será conferida especial proteção à situação de vulnerabilidade à violência que a criança e o adolescente possam sofrer em conseqüência, entre outras, de sua raça, etnia, gênero ou situação sócio-econômica.

Ao contrário do que dizem os entusiastas ingênuos que acham que esta lei servirá apenas para conter abusos contra as crianças, a verdade é que o artigo 18a do PL 2654/03 torna qualquer criança absolutamente intocável, igualando legalmente uma sacudidela, um tapinha ou um puxão de orelha a um espancamento.

Se uma criança se jogar no chão do supermercado exigindo um brinquedo ou um pacote de bolachas, se ela cuspir nos outros ou empurrar o irmãozinho escada abaixo num acesso de raiva, se ela der tapas ou pontapés no pai ou na mãe,coisas que as crianças freqüentemente fazem, então os pais, mães e responsáveis passarão a ter a obrigação de resolver o problema sem tocar na criança, porque qualquer sacudidela, tapinha ou puxadinha de orelha constituem “punição corporal” e portanto se enquadram na Lei da Palmada.

Se uma criança não quiser se acalmar nem ouvir a voz da razão, coisas que as crianças freqüentemente fazem, então os pais, mães e responsáveis passarão a não dispor de qualquer alternativa legal para conter de fato as crianças, pois elas aprenderão rapidamente que nenhum comportamento seu, por mais abusivo que seja, jamais será seguido de contenção efetiva ou retaliação.

Sim, algumas crianças atendem a todas as solicitações dos pais, mães ou responsáveis. Sim, algumas crianças são criadas sem palmadas e se tornam adultos bem educados. Isso é exceção.

A grande maioria das crianças simplesmente age do mesmo modo que os filhotes de nossos primos mais próximos, os primatas: elas testam a hierarquia do grupo até o ponto em que lhes é agressivamente sinalizado que atingiram os limites toleráveis. Mesmo assim elas testam estes limites, porque toda sinalização pode conter um blefe e é do interesse de cada indivíduo ascender na hierarquia do grupo tanto quanto possível, uma vez que isso garante maior acesso a recursos alimentares e reprodutivos. Isso está em nossos genes.

Quem tem filhos ou crianças pequenas na família sabe que as crianças freqüentemente fazem coisas que elas sabem que não devem fazer para testar os limites dos pais e mães. Perante a instrução “não mexe nisso!” elas esticam o dedinho lentamente até tocar no objeto proibido, olhando para o pai ou a mãe à espera de uma reação que prove que é pra valer. E, para o cérebro imaturo de uma criança ou de um filhote de primata – somos primatas – a “prova” necessária não érepetir “eu já te falei!”, é um gesto agressivo real, inequívoco, que elimina completamente a possibiidade de o adulto estar blefando.

Não há norma legal ou cultural que possa impedir a manifestação desse tipo de comportamento na infância, antes que as funções do neocórtex estejam suficientemente desenvolvidas e amadurecidas para estabelecer estratégias de comportamento adaptativo inteligente.

Se a estratégia natural de sinalização e imposição de limites é suprimida sem ser substituída por outra igualmente eficaz e compreensível pelos cérebros imaturos tanto das crianças quanto dos filhotes de quaisquer primatas, elas interpretam isso como oportunidade para subir na hierarquia do grupo e em breve passam a adotar comportamentos abusivos e manipulatórios, como jogar-se no chão, arremessar e quebrar objetos ou mesmo agredir qualquer um que não se submeta a sua vontade.

A generalização deste comportamento em níveis nunca antes experimentados por qualquer sociedade humana é o resultado previsível da iniciativa legislativa estúpida que estamos assistindo prosperar de modo irresponsável.

O pior de tudo é que, sem o estabelecimento de limites na infância, a ebulição de hormônios da adolescência pode facilmente transformar a rebeldia natural desta fase em forte tendência à transgressão de limites tanto no contexto do grupo familiar quanto fora dele, afetando toda a sociedade. E os pais estão sendo proibidos pelo Estado de proteger seus próprios filhos de um desenvolvimento desregrado, sob ameaça de perder definitivamente sua guarda por causa de um simples tapinha no traseiro ou na mão.

Art. 18B – Verificada a hipótese de punição corporal em face de criança ou adolescente, sob a alegação de quaisquer propósitos, ainda que pedagógicos, os pais, professores ou responsáveis ficarão sujeitos às medidas previstas no artigo 129, incisos I, III, IV e VI desta lei, sem prejuízo de outras sanções cabíveis.

Vejamos, portanto, o que dizem o artigo 129, incisos I, III, IV e VI desta lei (Estatuto da Criança e do Adolescente) e quais são as “outras sanções cabíveis”.

Art. 129. São medidas aplicáveis aos pais ou responsável:

I – encaminhamento a programa oficial ou comunitário de proteção à família;

III – encaminhamento a tratamento psicológico ou psiquiátrico;

IV – encaminhamento a cursos ou programas de orientação;

VI – obrigação de encaminhar a criança ou adolescente a tratamento especializado;

À primeira vista, portanto, parece que a intervenção estatal se daria somente ao nível do tratamento psicológico e da orientação. Mas isso é absolutamente enganador.

Em primeiro lugar, não está definida na lei a natureza do tal “programa oficial de proteção à família”. Existe uma imensa insegurança jurídica aqui, porque nada impede que o Estado estabeleça um “programa oficial de proteção à família” no qual seja praxe a separação compulsória da criança da família e sua internação em estabelecimento educacional em regime de internato, sem comunicação com os “agressores” que ousaram lhes dar um puxão de orelhas.

Em segundo lugar, é uma violência inominável submeter a “tratamento” compulsório alguém perfeitamente saudável, honesto e amoroso que deu uma palmada em uma criança que cometeu um abuso ou uma agressão.

O pior, entretanto, são as “outras sanções cabíveis”, que sub-repticiamente incluem a perda do poder familiar, ou seja, perda definitiva da guarda dos filhos, que não é citada explicitamente no artigo 18b introduzido no ECA mas é tornada possível devido à alteração do artigo 1634 inciso VII do Novo Código Civil.

Vejamos abaixo como a artimanha nefasta da usurpação dos direitos dos pais e mães pelo Estado está sendo introduzida na legislação nacional sob o pretexto de “proteção à criança”.

Alterações no Novo Código Civil

Art. 2o – O artigo 1634 da Lei 10.406, de 10/01/2002 (novo Código Civil), passa a ter seguinte redação:

“Art. 1634 – Compete aos pais, quanto à pessoa dos filhos menores:

VII. Exigir, sem o uso de força física, moderada ou imoderada, que lhes prestem obediência, respeito e os serviços próprios de sua idade e condição”.

A redação deste artigo do Novo Código Civil e seu inciso VII, antes do PL 2654/03, é a seguinte:

Art. 1.634. Compete aos pais, quanto à pessoa dos filhos menores:

VII – exigir que lhes prestem obediência, respeito e os serviços próprios de sua idade e condição.

Ora, até aí parece mera redundância com o que estabelece a nova redação do ECA, certo? Parece, mas não é mera redundância. Esta é uma forma insidiosa de instituir via Código Civil a punição que não é instituída pela alteração do ECA, ou seja, a perda do poder familiar.

Por favor, preste atenção ao modo maldoso e dissimulado como está sendo preparado em Brasília este terrível golpe contra a integridade e a paz de sua família.

Se o artigo 18b do ECA incluísse a perda do pátrio poder, sanção imposta no artigo 129, inciso X, entre as punições cabíveis aos pais, mães ou responsáveis que aplicassem qualquer forma de punição corporal a seus filhos ou tutelados, haveria uma imensa grita por parte da sociedade. Ninguém toleraria a possibilidade de ver pais e mães perderem seus filhos por causa de um tapinha. As pessoas em geral percebem que isso é uma punição excessiva, completamente abusiva. Portanto, essa possibilidade não foi introduzida de modo explícito, mas está claramente contemplada pelo PL 2654/03. Como?

Observem o que dizem a este respeito os artigos 1.637 e 1.638 do Novo Código Civil:

Art. 1.637. Se o pai, ou a mãe, abusar de sua autoridade, faltando aos deveres a eles inerentesou arruinando os bens dos filhos, cabe ao juiz, requerendo algum parente, ou o Ministério Público, adotar a medida que lhe pareça reclamada pela segurança do menor e seus haveres, até suspendendo o poder familiar, quando convenha.

Art. 1.638. Perderá por ato judicial o poder familiar o pai ou a mãe que:

I – castigar imoderadamente o filho;

IV – incidir, reiteradamente, nas faltas previstas no artigo antecedente.

Ora, desde que o Novo Código Civil seja alterado segundo o PL 2654/03, passando a determinar que é dever dos pais, mães e responsáveis em relação aos filhos e tutelados “Exigir, sem o uso de força física, moderada ou imoderada, que lhes prestem obediência, respeito e os serviços próprios de sua idade e condição”, qualquer tapinha passa a ser um “abuso de autoridade” e uma “falta aos deveres a eles inerentes”, enquadrando assim os pais, mães e responsáveis legais pelas crianças no artigo 1.637 do Código Civil.

Um único tapinha pode gerar suspensão do poder familiar “quando convenha”, ou seja, a critério de algum juiz de primeira instância com o mesmo tipo de bom senso do caso de tentativa furto de desodorante que chegou ao STJ após quatro anos de tramitação, ou do juiz que mandou encarcerar por quatro anos a mãe que roubou um pote de margarina.

O segundo tapinha já pode configurar que os pais, mães ou responsáveis legais “agridem reiteradamente” a criança e portanto determinar a perda definitiva do poder familiar. Você confiaria uma decisão tão importante sobre a vida de seu filho a um sujeito como os juízes que deram as sentenças iniciais nos casos acima citados do desodorante e da margarina? Pois saiba que eles continuaram em atividade e que a garota de 19 anos que roubou o pote de margarinaacabou perdendo a guarda do filho por conta disso.

Vou repetir, porque é importante: percebam que o Novo Código Civil já prevê perda do poder familiar para os pais, mães ou responsáveis legais que castigarem uma criança “imoderadamente”, mas com as alterações propostas pelo Projeto de Lei 2.654/o3 abre-se muito claramente a possibilidade muito real de perda do poder familiar mesmo no caso de um simples tapinha, dado que o artigo 1.634 proíbe o uso de qualquer força física, moderada ou imoderada.

Armadilha cruel e insidiosa

Muito interessantemente, o Estado não explica como os pais, mães e responsáveis legais podem ou devem “exigir”, sem o uso de força física, moderada ou imoderada, que [seus filhos ou tutelados] lhes prestem obediência, respeito e os serviços próprios de sua idade e condição.

A Lei da palmada apenas retira um instrumento do conjunto de alternativas disponíveis para pais, mães e responsáveis legais educarem as crianças, sem oferecer nada útil ou sequer razoável em troca.

Noutras palavras, a Lei da Palmada institui uma responsabilidade mas retira os meios pelos quais é possível cumprir essa responsabilidade. É uma armadilha cruel e insidiosa, que travestida de “proteção à criança” vai promover muitas injustiças e muito desespero de pais e mães encurralados entre a realidade biológica e psicológica de nossa espécie e a obrigação irracional de educar seus filhos segundo uma cartilha impraticável imposta pelo Estado.

Conclusão

É fato indiscutível que somos primatas. Inventar leis que ignorem ou neguem este fato só pode produzir fracasso e provavelmente desgraça. Um tapinha no traseiro ou na mão não traumatiza ninguém, isso é frescura “politicamente correta” sem o menor respaldo na realidade.

Dizer isso não é apologia à violência: existe uma distância imensa entre um tapinha no traseiro ou na mão e um espancamento. Quem não consegue perceber esta diferença precisa voltar à realidade antes de propor ou apoiar iniciativas legislativas abusivas.

Vamos coibir abusos ao invés de promover abusos contra famílias amorosas e saudáveis que não se conformam à ideologia de Estado “politicamente correto” que querem enfiar goela abaixo da sociedade brasileira.

Vamos deixar as famílias educarem seus filhos em paz, sem medo de perdê-los ou de passar pela humilhação pública de freqüentar tratamento psicológico à força ou sessões de doutrinação para se conformarem à cartilha doutrinária imposta por um Estado autoritário.

Arthur Golgo Lucas (ativista pelos direitos humanos)

Lei da Palmada: Matamos o boi, querendo acabar com o carrapato!

Ao escrever estas linhas, não quero ser Pastor, tampouco conselheiro, mas filho e pai, que quer mais testemunhar do que defender algo, ou ideal.

Pois é! Penso que estamos matando o boi, querendo acabar com o carrapato... será?

E se a intenção é mesmo matar o boi, com o argumento de acabar com o carrapato? E se o que estão querendo é uma ingerência estatal no seio da família? Ingerência esta dessas forças ocultas, que não se apresentam imediatamente, mas que trazem à tona suas reais intenções depois de estabelecidas?

Quantos pais e avós apanharam quando crianças? 99,9%! Sim, quase todos nós! Você também.
Quantos destes são traumatizados, mau caráteres, sem amor, violentos, inimigos da sociedade? Você é? Eu não sou!

Lembro-me bem das surras que levei de minha mãe. Como doeram! Como foram apropriadas! Algumas delas - hoje faço este julgamento sem ser o menino da época, sem motivo pra me defender agora - foram sem razão, despropositadas, simplesmente porque minha mãe se descontrolou, ou estava chateada por outra coisa... eu nem estava tão errado assim... consigo me lembrar de uma meia dúzia desses momentos. Mas não me desvirtuaram! Aliás, os limites que hoje conheço tem seu fundamento na braveza de minha mãe, a quem respeitei e respeito muito.

Meu pai nunca me bateu. Mas o olhar dele... Eu tinha medo dele, do papo dele, da cara feia dele, de saber que errando teria que conversar com ele, só dialogar. Com minha mãe, não! Ela é quem batia, e eu não tinha medo dela. Não queria apanhar, pois doía muito. Aliás, não sei porque ela usava aquela chinela havaiana de borracha e sempre pegava no mesmo lugar!! Como ficava vermelho! Mas eu não tinha medo dela! No final, amei os dois.

O vazio é mais perigoso que a ação! O que entrou no lugar da palmada? Diálogo. Tudo bem, a sociedade mudou e novos padrões estão se estabelecendo, mas o ser humano continua o mesmo: desde pequeno quererá seu espaço. É sabido que uma criança usa de todos os argumentos, legítimos ou não, para conseguir seus espaços. Muitos desses espaços ela tentará pela medição de forças, algumas vezes força física, mesmo sendo criança, quanto mais adolescente. É natural isso, o ser humano é assim!

Os pais não batem o tempo todo, aliás, com mínima frequência, nem querem, nem precisam. Porém, as crianças medem forças com os adultos na maioria das vezes, é o caminho da autoafirmação, do posicionamento, do reconhecimento.

A mão é dupla, gente!! Onde está a Lei que impedirá que as crianças usem de força física contra seus pais, contra os adultos? Aí, quando isto acontecer, vamos convidá-las a sentarem para dialogar... Elas dirão: "Nós podemos... vocês, não!"

Outra coisa, junto com a Lei poderia vir a aprovação do salário mínimo ideal, de mais de 2 mil Reais, pois onde está o tempo para os pais se sentarem com seus filhos em casa para dialogarem? Tudo bem, é só um desabafo!

Mas onde estão os programas educacionais? Muito poderia ser feito, se os impostos fossem bem alocados: praças, jogos, esportes, cultura, palestras, clínicas, mas é mais fácil matar o boi que o carrapato! Tudo bem, é só mais um desabafo... Acho que estou descrente da política.

Criamos a Lei da hipocrisia da palmada. Vejam o quadro: 99,9% apanharam. 99,9% batem nos filhos. Entre estes ninguém acusará o outro, ninguém será um X9... será? Então nos sobraram os 0,1%. Estarão com as câmeras nas mãos, gravadores ligados, por detrás de paredes, nos ônibus, nas praças, do outro lado dos muros das casas, nos restaurantes, serão os fiscais da Lei! A qualquer choro de criança, logo levantarão a cabeça, ligarão o radar, precisam provar que a coisa é séria. Serão a Gestapo Tupiniquim, serão um pé nas regiões baixas, saberão mais que os outros, mais que os pais, darão sermão, levantarão a voz, assobiarão, chamarão a polícia, alimentarão a mídia...

E aí? Talvez o princípio de Cristo caiba aqui: quem não tiver pecado, que venha prender os pecadores. Os 0,1 estarão legitimados para tanto.

Mas deixa eu me consertar: não sou a favor de bater! Sou a favor do diálogo. Não sou a favor desta Lei. Meus filhos sabem disso. Mas sabem também que a vara sabe conversar, que tem poder mágico! Tomara que me amem no final. Tomara que sejam pessoas de bem, sem traumas, que não explodam prédios nem ataquem escolas com rifles, por eu ter usado a vara, e continuarei usando se for preciso!

Acho que é só o princípio das dores, aliás, de quem?

Não concordo com a Lei nem com a música, pois tapinha dói sim, mas não vejo a sociedade deturpada por isso.

Vou fazer acusações levianas agora, mas não posso deixar de pensar nisso, preciso extravasar minhas ideias: Políticos corruptos não ficaram assim por terem apanhado dos pais, antes parece que não houve limites, que não levaram com a palmatória nas mãos, por isso é que pegam o alheio.

Certa vez, um dos meus meninos aprontou uma daquelas no supermercado, e levou umas palmadas; logo quietou-se. Um cliente olhando a minha "agressão" interferiu e me acusou de violento, que não precisava daquilo para se educar uma criança. Talvez! Então, me veio uma única resposta para o cidadão, nem sei se o destino faz assim, mas respondi: "Ele apanhou agora, pra não crescer sem regras e sem limites, para não vir a usar da própria força para conquistar as coisas, pra não ser desregrado quando adolescente e jovem, e para não vir a visitá-lo um dia com a arma na mão e tirar sua vida."

Depois fiquem pensando: "Nossa! Fui demasiado trágico. O homem estava somente preocupado com a integridade da criança... nenhum de nós saberia dizer o futuro do menino... Nem que ficaria traumatizado, nem que seria um desordeiro". Acho que ele não bateria num filho dele por aquilo. Talvez o filho dele nunca viesse a ficar traumatizado por isso, talvez nunca viesse a ser um desordeiro...

Fato é que princípios e práticas há muito existentes na sociedade deveriam ser melhor debatidos, e ampliadas as razões, para serem, assim, abolidos por Lei.

Acho que o Governo se equivocou, se precipitou, enxergou com o tampão dos cavalos, que impede ver ao lado. Tem muita gente boa envolvida nisso, poderiam ter feito melhor. Poderiam ter seguido outra via.

Mas ainda podemos fazer diferente.

Pr. Geraldo Santos.




quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Lei da Palmada : na íntegra - PL 2654/2003

A LEI DA PALMADA foi aprovada pela Câmara dos Deputados e será encaminhada ao Senado Federal. Você a conhece?

Clique neste Link e tenha o arquivo em PDF:
http://www.fia.rj.gov.br/legislacao/leidapalmada.pdf

Breve discorreremos sobre o assunto, aqui no Blog.

Por enquanto, vote em nossa enquete e participe do debate no Facebook.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Sermão 27/11/11 - Contrição de coração e humildade de espírito

Contrição de Coração e Humildade de Espírito


Isaías 57.15





"Pois assim diz o Alto e Sublime, que vive para sempre, e cujo nome é santo: Habito num lugar alto e santo, mas habito também com o contrito e humilde de espírito, para dar novo ânimo ao espírito do humilde e novo alento ao coração do contrito."

Texto Devocional: Mateus 5.1-16

Introdução

Há muito temos visto uma sensível mudança social, quando se valoriza absurdamente a superficialidade, a relatividade, a competição, a aparência e o imediato.

Onde vamos parar?

A quietude e a piedade deram lugar a esta agitação interior, que materializa-se interferindo nas relações afetivas, cognitivas e espirituais.

Esta inversão de valores tornou o homem mais egoísta, violento, insensível e arrogante.

Temas como CONTRIÇÃO e HUMILDADE perderam espaço para uma vida de máscaras a desfilar no picadeiro da vida.

Resgatar estas marcas é promover mudanças de atitudes que resultarão num olhar mais aprofundado de quem é o homem e qual sua relação com o Deus Altíssimo.

Este mesmo Deus, que revela-se neste versículo de Isaías como "Alto e Sublime", é transcendente por natureza, cuja eternidade revela Sua santidade, bem como imanente por decisão, cuja epifania revela Sua intimidade. Sua Plenitude preenche todos os espaços, tanto os elevados quanto os terrenos e pessoais.

É este Deus que nos convida à contrição e humildade, e que deseja um relacionamento íntimo com seus filhos.

Proposição:

Dois convites aos quais Deus quer que atendamos:

1) Convite à CONTRIÇÃO

O Dicionário Houaiss apresenta assim: contrição é "sentimento pungente de arrependimento por pecados cometidos e pela ofensa a Deus, menos pelo receio do castigo do que pelo amor e gratidão à divindade".

O coração contrito é aquele que se descobre diante da majestosa presença de um Deus Santo, e que não suporta tal glória sem que o arrependimento venha a romper as barreiras do pecado que já tomara seu lugar. É a reação imediata, carregada de tristeza, por ter magoado o coração e a santidade desse Deus Poderoso; é a confissão honesta, verdadeira, reacionária contra o domínio do pecado. É o cair de joelhos e o reconhecimento em alto e bom som: "Ai de mim, que sou pecador e meus olhos viram a glória do Deus Santo". É o clamor de misericórdia, que diz: "Afasta-te de mim, pois sou pecador".

É este o convite ao qual devemos atender sem exitação. Você pode ser achado assim agora mesmo. Tome a sua decisão!

2) Convite à HUMILDADE

O Dicionário Houaiss apresenta assim: humildade é "virtude caracterizada pela consciência das próprias limitações".

É notório o pêndulo evidenciado na vida de muitos de nós: ora somos descobertos em falsa-modéstia e auto-diminuição, ofendendo nossa posição de fihos do Deus Altíssimo; ora somos descobertos em arrogância e egoísmo, voltados para comparações fúteis, tentando buscar padrões humanos aos quais decidimos suplantar.

Mas onde está o equilíbrio?

Extamente na observância de que somos o que somos simplesmente pela graça do Senhor derramada em nossas vidas; é somente esta graça divina que pode explicar o que e quem somos.

É a graça de Deus que nos faz compreender nossa posição e conhecimento próprio; passamos por seu crivo, por sua lente, e é por ela que sabemos de nós mesmos. A graça é o favor imerecido!

CONCLUSÃO

Meus amados, deixemos o próprio Isaías relatar a vontade de Deus para nós, pois quando o Senhor encontra um ser humano que aceita o seu convite para ter um coração contrito e um espírito humilde, é "para dar novo ânimo ao espírito do humilde e novo alento ao coração do contrito" que Ele vem ao nosso encontro e nos socorre!

Que a paz deste bom Deus, que excede todo entendimento, venha sobre tua vida!

Pr. Geraldo Santos




sábado, 26 de novembro de 2011

Desafios de Um Presidente Regional

Em nosso último Concílio Regional fomos surpreendidos com uma proposta que pedia exposição antecipada de Plano de Trabalho do candidato a Presidência Regional; pareceu-nos algum tipo de Campanha Eleitoral.


Interessante, pois há poucos anos surgiam dificuldades para termos candidatos suficientes para uma disputa eleitoral; normalmente ficávamos buscando um nome, apenas um, que pudesse ficar à frente da Regional, e a eleição foi, muitas vezes, por aclamação.


A dinâmica Regional mudou e neste último Concílio tínhamos três candidatos para cada disputa de Presidente e Vice-Presidente - um marco na Regional São Paulo, com direito a segundo turno nas duas disputas!


É neste contexto que a proposta acima citada foi apresentada. Embora rejeitada, não é de toda absurda, se considerado o momento, tanto que desdobrou-se na proposta aprovada do compromisso da Presidência, juntamente com sua Diretoria, de apresentar um Plano de Governo na primeira reunião da MEAR Plena do próximo ano.


Nos debates em Plenária, dois dos candidatos se manifestaram com discursos muito parecidos de que não se tratava de campanha; que o mandato é da Regional como um todo, por consequência seus anseios; que o espírito de servir prefigurava a candidatura; enfim, muito parecidos.


O fato é que juntando as duas propostas - a rejeitada da campanha antecipada e a aprovada do Plano de Governo - resume-se a expectativa regional de um novo padrão de mandato: aquele que antecipa ações e planejamento.


Certamente o Presidente eleito buscará os seus pares na Diretoria para elaborar um Planejamento e apresentará oportunamente para alterações devidas na MEAR Plena; ainda contará com a Reforma Regimental que descreverá as atribuições básicas de cada componente da Diretoria. Porém, podemos pensar e apresentar um perfil de atributos para os que seguram a batuta de nossa Regional.


Passo a descrevê-los, com o propósito de suscitar discussões proveitosas.


Quero, inicialmente, diferenciar o que chamo de PME e PMO. No primeiro, descrevo o Plano de Metas Estabelecido; no segundo, o Plano de Metas Oculto. A tensão entre os dois resulta na compreensão ampla do processo dinâmico regional. Pois, então, temos:



PME - Plano de Metas Estabelecido


É aquele que se define pela clareza da discussão e apresentação documental das metas estabelecidas. Advém dos atributos básicos regimentais acrescido das inserções de todas as atividades nacionais e regionais, de suas respectivas Diretorias e Ministérios, Secretarias e Comissões, bem como da ampla citação das agendas das igrejas locais. O PME deve contemplar não somente as atividades, mas compatibilizá-las com o Orçamento aprovado, antecipando e contingenciando os recursos devidos para a plena satisfação do requerido.



PMO - Plano de Metas Oculto


É aquele que permite o surgimento, e se prepara para isso, na medida do possível, de necessidades e situações que não estão definidas no PME. Para o PMO, a Diretoria deve estar sensível às vozes que surgem no caminho, contudo, sempre questionando e refletindo sobre a oportunidade da aceitação e suas implicações nas diretrizes do PME, bem como traçar o devido procedimento de aplicação desta necessidade. Por exemplo, mudar uma data do calendário que tenha sido amplamente debatida e divulgada pode ser tanto proveitoso como PMO como uma insensatez administrativa que desmoralize o PME.


Feito isso, agora podemos descrever um pouco das atribuições regimentais e outras expectativas regionais, especialmente com relação à Presidência, tais como:


- Presidir reuniões da Diretoria
- Presidir reuniões da MEAR Plena
- Assinar atas e documentos cartoriais
- Representar a MEAR nas reuniões nacionais
- Convocar as reuniões e o Concílio regional
- Zelar pelos interesses e assuntos regionais
- Tornar-se o responsável por igrejas sem pastorado
- Zelar e Executar o Orçamento Financeiro Conciliar



E ainda outras atribuições do cotidiano regional:



- Visitar as igrejas e campos missionários regionais
- Acompanhar todas as atividades dos Ministérios, Comissões e Secretarias da Regional
- Distribuir responsabilidades para a execução de eventos regionais
- Organizar e preparar as reuniões regionais
- Elaborar estratégias novas de eventos regionais
- Canalisar os anseios e expectativas regionais
- Pregação em cultos e eventos regionais
- Manter informada a Regional de toda a agenda definida.




É daí que surge o debate e definiçãos dos principais anseios de agenda regional, incluídos no PME, como:



- Dia do Jovem Cristão Evangélico
-
Dia da Mulher Cristã Evangélica
-
Dia do Pastor
-
Dia da Bíblia
-
Dia da Reforma Protestante
-
Acampamento Regional da FEMOCE
-
Acampamento Nacional da COMOCEB
-
Acampamento Regional de Mulheres em Ação
-
Acampamento Nacional de Mulheres em Ação
-
Acampamento Regional de Adolescentes
-
Retiro de Pastores Regional
-
Retiro de Pastores Nacional
-
Convenção Espiritual Nacional
-
Conferência Missionária
-
Confraternização Regional
-
Encontro mensal de Pastores
-
Reuniões Ordinárias de MEAR
-
Concílio Regional
-
Promoção do CTM


Entre outros.



Ainda têm aqueles eventos que poderiam ser destaque numa gestão de PMO, como:



- Encontros especiais de Pastores
-
Fóruns temáticos
-
Reuniões de MEAR e Concílios extraordinários
-
Eventos regionais
-
Campanhas de Impacto Evangelístico
-
Eventos Nacionais na Regional
-
Campanhas de ajuda social
-
Situações inusitadas nas igrejas e campos missionários



E, como bem destaquei, ainda há aqueles episódios e necessidades que surpreendem qualquer administração.



Portanto, urge que o envolvimento de todos seja notório, norteando os rumos regionais e aliviando a carga da gestão diretora.



Os desafios do Presidente Regional não são poucos. Uma vida de oração e devocionais diárias trará o diferencial à frente da gestão. Um homem sujeito às mesmas situações que todos nós: cansaço, desânimo, solidão, lágrimas, alegrias, pecados e vitórias - isto precisa ser visto e considerado por todos nós.



Então, que a boa mão de Deus possa acompanhar os passos desta Diretoria no biênio 2012-2013.




quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Visão de um Presidente

MEAR SP
RELATÓRIO DO PRESIDENTE DA MEAR

Sr. Moderador do XXI Concílio da RESP
Assunto: Relatório do Presidente da MEAR

Presidir a MEAR SP é um desafio que nos enche de alegria, pois vemos claramente a boa mão de Deus nos conduzindo a superar os obstáculos e a conquistar especiais vitórias!
Nunca podemos dizer que a tarefa cabe a um só, pois estamos cercados de irmãos valorosos que nos acompanham na Diretoria e tantos outros que comungam das ações da RESP em suas reuniões e além delas.
Notamos que nossa Regional passa por uma visível transformação, quando deixamos de ser meros espectadores para nos posicionarmos como protagonistas das ações maravilhosas de Deus em nós e através de nós na vida de muitos irmãos e pessoas que ainda não conhecem a Cristo; então, este é o tempo de irmos além, com ousadia e sabedoria.
Isto se faz quando nos preocupamos em fortalecer e ajudar àquelas igrejas que necessitavam, e isto foi feito com empenho pela Comissão Estruturar, e ainda agora, quando nossos olhos se voltam para a execução do plano da Comissão Expandir, na abertura de uma igreja na região da Praia Grande.
Somamos o desafio de O SUL É NOSSO! levando-nos a investir, não menos, neste abençoado desafio de plantar uma igreja sólida e multiplicadora na Região Sul do país. Por exemplo, organizar a Equipe de Impacto Evangelístico com 40 participantes para a investida no Sul foi desafiador, mas vimos os resultados imediatos e já vislumbramos os resultados futuros que logo se evidenciarão tanto lá como aqui, em nossas igrejas. Já há uma nova equipe animada para um segundo Impacto!
Vimos nossas Secretarias, Comissões e Departamentos com direção clara e coordenada pela MEAR para ações e movimentos regionais que se traduzem na alegria de encontros vários, destacando-se: Reuniões da MeA, Programas da FEMOCE, Comunhão dos Pastores, Intercâmbios de púlpitos, Celebrações de ajuntamento regional e muitos outros.
O CTM tem ganhado o número de alunos que lhe suscita a importância devida; os Seminaristas têm sido assistidos; ações regionais de alcance denominacional como Campanhas para o ICEG têm começado; promoção missionária tem sido avolumada; participação solidária em Campanhas Nacionais de Socorro, especialmente às vítimas das enchentes no Rio, foi prontamente atendida – isto tudo demonstra que estamos atentos ao que acontece ao nosso redor.
Financeiramente fizemos muito mais do que o Concílio nos determinou, pois houve sobejo nas receitas financeiras; isto evidencia o potencial de crescimento que experimentamos em nossas igrejas locais. Templos espaçosos foram adquiridos; outros, reformados. Investimento de nossas igrejas em obreiros auxiliares provam a nova expectativa quanto ao crescimento da Igreja local. A Diretoria cumpriu cabalmente os desafios estabelecidos, fomos além, e ainda nos está reservado um bom recurso para o início da próxima gestão. É fato que o melhor investimento não é o acúmulo de divisas, mas, salvaguardadas as responsabilidades orçamentárias e preventivas, investir em ações multiplicadoras de evangelização e missões, levando à celebração da comunhão na ação conjunta de todos os crentes; todos ganham com isso!
Vimos as igrejas caminharem em paz interna e renovação de liderança, inclusive pastoral, em algumas delas.
Uma agenda Regional foi proposta e pouco se alterou, evidenciando que a clareza e transparência de interesses mútuos devem ser preservados.
Administrativamente falando, cumprimos todos os requisitos contábeis denominacionais, sendo motivo de louvor a gestão financeira de nossas contas.
Posto isto, parece que a Diretoria ficou cansada pelos desafios e obrigações, visto a dinâmica regional empreendida, mas tirem isto de mente! O Presidente sempre contou com o alívio nas cargas por parte de toda a Diretoria, e ainda quando tínhamos eventos Regionais ou Nacionais, muitos colegas de ministério se apresentavam assumindo inúmeras responsabilidades, em especial abrindo suas igrejas e contando com o apoio de membros locais para esta missão.
Mas onde estão as barreiras, lágrimas, trombadas, desacordos e problemas? Sim, existiram, e provam que a próxima gestão deve estar atenta. Desalinhamentos, arrefecimento, desinteresses de programações, atabalhoamento na organização de atividades e encontros surgiram, e sempre surgirão. Podemos e devemos melhorar!
Mas, eu não quero me prender aos problemas neste relatório; eles deverão ser objeto de cuidado e interesse da nova gestão. Nossa Diretoria não se privará de passar todas as dicas possíveis para que o caminho seja mais aplainado.
Quero sim, agradecer a Deus este mandato tão intenso e próspero que tivemos. Olhar para a frente e ver novos desafios em nossa Regional; ver os colegas ousando e se surpreendendo; colaborar para um crescimento e alcance mútuo de nossos sonhos; vibrar com o simples e desvendar o complexo. Acreditar sempre, no exercício da fé, que Deus está com Sua mão estendida para nos ajudar. Deus seja louvado!

Isaías 33.2
Geraldo Santos
Presidente da MEAR (2010-2011)

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Penso, logo existo!

A exposição de ideias e ideais é uma das práticas mais antigas que temos conhecimento.

Muitos até chegaram à ceifa de suas vidas por tal posição.

Hoje, a tecnologia é o combustível da nova inquisição, e a internet seu algoz.

Portanto, aventurar-se por este caminho será tão arriscado quanto gratificante.

Ideias e ideais. Penso, logo existo!

Pr. Geraldo Santos